Sobre pingüins e os dois filhos de Francisco
Como vocês sabem, eu adoro cinema. Durante o curso de Jornalismo eu escrevia resenhas para um site experimental que tinha juntamente com um amigo. Agora, no blog, inauguro as “minicríticas”. Textos curtos com as minhas impressões acerca dos filmes assistidos no cinema e em DVD.
A Marcha do Imperador
Filme visto no cinema, dia 15/01/06.
Brilhantemente filmado, o documentário registra a vitória da vida contra todas as adversidades que a própria Natureza impõe à suas criaturas. Monogamia, família e companheirismo podem ser observados no comportamento das aves, o que pode causar uma certa euforia científica e católica, mas a grande mensagem do filme está na dedicação dos pingüins em perpetuar a espécie a todo custo. Mais uma vez a Natureza nos dá uma lição de vida.
Dois Filhos de Francisco
Filme visto em casa, dia 14/01/06.
Muito se falou sobre o filme que retrata a trajetória de Zezé di Camargo & Luciano, mas o resultado final é apenas razoável. A primeira hora da fita é interessante porque mostra a condição de vida da população campesina no Brasil. Faltam-lhes tudo, principalmente perspectiva de futuro. Mas depois disso o filme se torna um veículo para exaltar a dupla. Há espaço até para divulgar o banco Bradesco, um dos patrocinadores da empreitada. Os personagens se tornam caricatos demais – porque talvez sejam -, e a boa premissa se perde em meio à multidão que foi a uma casa de shows para aplaudir os cantores.
A Marcha do Imperador
Filme visto no cinema, dia 15/01/06.
Brilhantemente filmado, o documentário registra a vitória da vida contra todas as adversidades que a própria Natureza impõe à suas criaturas. Monogamia, família e companheirismo podem ser observados no comportamento das aves, o que pode causar uma certa euforia científica e católica, mas a grande mensagem do filme está na dedicação dos pingüins em perpetuar a espécie a todo custo. Mais uma vez a Natureza nos dá uma lição de vida.
Dois Filhos de Francisco
Filme visto em casa, dia 14/01/06.
Muito se falou sobre o filme que retrata a trajetória de Zezé di Camargo & Luciano, mas o resultado final é apenas razoável. A primeira hora da fita é interessante porque mostra a condição de vida da população campesina no Brasil. Faltam-lhes tudo, principalmente perspectiva de futuro. Mas depois disso o filme se torna um veículo para exaltar a dupla. Há espaço até para divulgar o banco Bradesco, um dos patrocinadores da empreitada. Os personagens se tornam caricatos demais – porque talvez sejam -, e a boa premissa se perde em meio à multidão que foi a uma casa de shows para aplaudir os cantores.
